Enxergando o medo

Sob o céu de nossa cidade, este céu que nos mostra as noites mais lindas e cheia de estrelas, repousa um silêncio muitas vezes encantador, porque nele podemos ouvir a vida vibrando nas manifestações da natureza, o canto dos pássaros, o barulho do vento, da chuva, dos animais... características que tornam nossa cidade doce, acolhedora, hospitaleira. Sob este mesmo céu um outro silêncio: o do medo.

Medo porque os índices de violência aumentam assustadoramente, em tão grande escala, revelando um atrevimento cada vez maior, porque a impunidade reina. Assusta ainda mais ver as pessoas se calarem porque não querem ser reconhecidas como vítimas porque isso pode torná-las ainda mais suscetíveis a novos ataques.
Como, numa cidade tão tranquila, pode haver tanta violência? Como, numa cidade de gente trabalhadora,o pouco lazer existente pode estar tão ameaçado? Como conviver com isso e ainda ficar calado? Ninguém vai fazer nada? Não há solução?
É incompreensível e também inaceitável que este medo tenha tomado proporções tão paralisantes. Diante de tanta passividade, uma questão amedronta ainda mais: será que vai ser necessário que o pior aconteça, que pessoas de nossas famílias em algum destes episódios venham a se tornar vítimas fatais, para então se tomar alguma providência?
Precisamos de soluções e de soluções rápidas, em nível de emergência. Não dá para esperar que mais assaltos, mais furtos, mais arrastões aconteçam para então haver alguma atitude. Não dá para esperar. Neste momento tão delicado e urgente, é imprescindível a atenção de todos. Não dá para deixar nossas famílias em risco.
E então, certamente, haverão soluções incríveis, meu pensamento otimista aposta nisso! Quem se habilita?
Ana Giseli do Carmo 

Postado em 09/02/2013
Por: A Redação
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