Secretária afirma que medidas preventivas têm evitado o surgimento de casos de febre amarela

As longas filas e a vacinação em massa de febre amarela na capital e em outras 54 cidades do Estado de São Paulo, inclusas na campanha emergencial, tem preocupado a população paulista.

Desde o início de 2017, o Estado já registrou 81 casos da doença, com 36 mortes. As cidades campeãs são Mariporã (41 casos e 14 mortes), Atibaia (9 casos e 8 mortes) e Amparo (5 casos e 3 mortes). A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a considerar todo o estado de São Paulo como área de risco de febre amarela.

Desde 2016 o vírus voltou a circular em algumas regiões do Estado de São Paulo, em seu ciclo silvestre, e atualmente têm ocorrido registros de mortes de primatas, o que indica a retomada da dispersão do vírus com a elevação da temperatura e da umidade características desta época do ano.

Os macacos, assim como os humanos, não transmitem diretamente essa doença. A febre amarela urbana, que não existe no Brasil desde 1942, é transmitida pelo Aedes aegypti, também responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya. 

Após uma trégua no inverno, os registros voltaram a surgir principalmente no Sudeste. A aparição de macacos mortos com a doença na capital acendeu o alerta e deu início a vacinação em parte da cidade.

Para bloquear o vírus, o Ministério da Saúde lançou uma campanha que pretende imunizar, em menos de 50 dias, 21,8 milhões de pessoas no Rio, São Paulo e na Bahia.

A reportagem procurou a Secretaria de Saúde que informou que em Colina não está havendo fila para a vacinação. O município também não registrou nenhum caso de febre amarela e que não há mortes de macacos na zona rural e urbana da cidade.

A secretária de Saúde, Dra. Sadia Ferreira, explicou que, “a disponibilização ininterrupta da vacina contra a febre amarela nas salas de vacina da UBS Fioravante Caldana – Vila Fabri e na ESF Sydnei Ferreira da Costa – Nosso Teto, o trabalho de eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, que é o transmissor da doença na área urbana e o monitoramento na área rural quanto ao aparecimento de primatas (macacos) mortos são medidas adotadas para evitar que a doença atinja a cidade”. Frisou que, “a atuação da população é de suma importância para o sucesso no controle e eliminação de criadouros, visto que a maioria dos criadouros encontra-se dentro dos domicílios”. Ela destacou também que, “intensificamos nesses períodos de chuvas as ações de eliminação de criadouros do mosquito transmissor da febre amarela. A vacinação contra a doença continua sendo realizada de acordo com o calendário normal”.

Sobre a campanha de imunização que será realizada no período de 3 a 24 de fevereiro, com o fracionamento da vacina, a secretária informou que acontecerá em apenas 52 municípios da região da Grande São Paulo, não havendo assim nenhuma mudança para Colina.

A vacina fracionada é a divisão da dose antes aplicada: a dose padrão contém 0,5 ml e a versão dividida passa a ter 0,1 ml. Com isso, uma vacina que antes era destinada para uma pessoa pode ser aplicada em quatro indivíduos – podendo chegar a cinco. Pesquisas mostram que, com isso, a proteção dura por pelo menos 8 anos.

A vacinação é a única forma de imunização e quem ainda não se vacinou deve fazê-lo o mais rápido possível. “Quem ainda não se vacinou pode se dirigir a sala de vacina com a carteira de vacinação em mãos e receber a dose normal que em 2017 passou a ser dose única, ou seja, as pessoas que já tomaram uma dose não precisam se vacinar mais contra a febre amarela ao longo da vida”, explicou a secretária.

Os sintomas da febre amarela são febre baixa, dores de cabeça, fraqueza e vômitos se assemelham a uma gripe comum e podem ser confundidos com outras infecções febris. As pessoas que apresentarem os sintomas devem procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima. O diagnóstico é feito através do exame de sorologia para a febre amarela.


Postado em 27/01/2018
Por: A Redação
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