­­Brasil, dos colinenses Lutcho e André, é bronze no Sul-Americano e garante vaga no Pan

Equipe brasileira de CCE, formada pelos colinenses Lutcho e André, conquistou o bronze na Argentina.

O Brasil conquistou o bronze nos Jogos Sul-Americanos disputados na Argentina e carimbou o passaporte para o Pan de Lima, no Peru, em 2019. Os cavaleiros colinenses Luciano Miranda Drubi “Lutcho” e André Parro integraram o time Brasil do Concurso Completo de Equitação (CCE), que também foi formado por Vinícius Albano e Luís Fernando Varanda.

A competição reuniu quatro países, sendo que a Argentina faturou o ouro com 217,9 pontos perdidos. O Chile ficou com a prata (228,4 pp) e o Brasil recebeu o bronze com 286,8 pp. O Uruguai ficou em 4º lugar (326 pp).

“Cumprimos o principal objetivo que era classificar a equipe para o Pan, mas é claro que sempre fica a sensação que poderíamos ter feito mais. No cross tivemos duas desobediências que tiraram pontos. Foi algo inesperado porque já participamos de provas de nível superior, mas são detalhes que acontecem em competições”, destacaram os cavaleiros colinenses que também têm classificação individual para Pan do Peru. Lutcho com a égua Riviera Lu e André com CDC Super Star, que disputaram o Sul-Americano. No Pan vários países brigam pelas duas vagas para as Olimpíadas de Tóquio em 2020.

INDIVIDUAL

Na classificação individual o melhor resultado do Time Brasil ficou com o tenente Luís Fernando Varanda/Oneron do Rincão que ficou na 7ª colocação (74,8 pp), seguido de André Parro 12º classificado (104,9 pp). Em 13º ficou Luciano Drubi (107,2) e 19º o capitão Vinícius Albano/Oportuno do Rincão com 129 pp.

LONGA VIAGEM

Os animais dos cavaleiros ficaram de quarentena no Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo, por mais de 10 dias realizando todos os exames necessários e, no último dia 5, teve início a longa viagem rumo à Argentina. “Os cavalos de toda equipe brasileira e também os que concorreram no individual foram transportados por um caminhão do exército até Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, para baratear os custos. A travessia da fronteira até Buenos Aires aconteceu dia 10. A viagem foi muita longa, mais de 2 mil quilômetros, é muito desgastante. E, sem dúvida, isso interferiu no desempenho dos animais”, esclareceu Lutcho.

Na quarentena os cavaleiros foram várias vezes a São Paulo treinar os animais, que ficaram com os tratadores que também os acompanharam até à Argentina. “Os cavalos não treinaram o cross durante a quarentena já que o clube hípico não tem pista e não poderíamos tirá-los de lá. Então a gente perde um pouco o ritmo de treinamento, sem contar do período em trânsito que ficaram sem se exercitar por mais de uma semana”. Segundo Lutcho, os cavalos ainda estão na viagem de retorno e a previsão de chegada deve ser nos próximos dias.

Os anfitriões argentinos faturaram o ouro nos Jogos Sul-Americanos, seguidos da equipe chilena que conquistou prata e brasileiros que ficaram em 3º lugar.


Postado em 27/10/2018
Por: A Redação
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