Brasil é prata no Pan e “Cacá” é bronze no individual

O conjunto “Cacá”/Quaikin Qurious durante as provas nos Jogos Pan-Americanos. CBH Luis Ruas

O cavaleiro Carlos Parro “Cacá”/Quaikin Qurious foi bronze no individual  e ajudou o Time Brasil do Concurso Completo de Equitação (CCE) a conquistar a medalha de prata por equipe nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, carimbando o passaporte do Brasil para às Olimpíadas de Tóquio 2020.

A qualificação brasileira aconteceu na tarde de domingo, dia 4, quando a equipe brasileira de CCE conquistou a prata com apenas 122,1 pontos perdidos (pp). Os Estados Unidos ficou com o ouro (91,2 pp) e o Canadá com o bronze (183,7 pp). A competição entre os três países estava acirrada desde a estreia na sexta-feira, dia 2, com o Adestramento e no Cross Country realizado no sábado. Dos 42 conjuntos (10 equipes e dois concorrentes individuais) somente 22 disputaram a final no domingo.

“Estou muito feliz, atingimos nosso objetivo e garantimos vaga para Tóquio. Só tenho a agradecer o esforço individual de cada um dos integrantes, do técnico e chefe da equipe. O bronze foi uma consequência do nosso trabalho”, declarou “Cacá” à imprensa após a conquista das medalhas no Pan de Lima.

O cavaleiro “Cacá” foi o último em pista, zerou o percurso e manteve os mesmos 34,9 pp conquistando a medalha de bronze no individual. A pontuação do colinense na estreia no Adestramento foi 28,1 pp. O Time Brasil também foi formada pelo caçula da equipe Rafael Mamprim Losano/Fuiloda G e Marcelo Tosi/Starbucks, que chegaram entre os top 10, na 6ª e 7ª colocação, respectivamente. 

Tanto “Cacá” como os companheiros de equipe Rafael  e Marcelo zeraram o percurso no cross. O colinense, fez um percurso seguro e registrou 6,8 pp por ficar acima da faixa de tempo totalizando 34,9 pp, o que garantiu a ele a 3ª colocação na contagem individual. Na classificação por equipe o Brasil saltou de 3º para o 2º lugar.

QUEDA CAUSOU FRATURA

O cavaleiro Ruy Fonseca, que também integrou a equipe de CCE, sofreu uma queda com a égua Ballypatrick Srs no início do percurso do Cross Country. O animal tropeçou em um obstáculo e caiu sobre o cavaleiro, que foi prontamente atendido e levado ao hospital dos Jogos Pan-Americanos onde foi diagnosticada fratura do úmero proximal do braço esquerdo com recomendação cirúrgica pela junta médica do COB. Ele também fraturou três costelas e ficou em observação no hospital até na terça-feira quando retornou ao Brasil onde fará a cirurgia. “Cacá” disse a reportagem que visitou Ruy no hospital em Lima na segunda-feira e disse que o amigo estava bem.

Todos os cavalos da equipe são relativamente jovens e iniciam um novo ciclo em Pan-Americanos, Jogos Olímpicos e Mundiais. “Cacá” monta Quaikin Qurious há 3 meses. O colinense já esteve em quatro Jogos Olímpicos e integrou as equipes medalhistas dos Pans de 2007 (bronze) e 2015 (prata). Com as duas medalhas em Lima o CCE brasileiro agora soma 10 medalhas em Pan-Americanos: 1 de ouro por equipe, 4 de prata (três por equipe) e 5 de bronze (3 por equipe e duas individuais).

Os pais de “Cacá”, Celso/Naime, familiares e amigos comemoraram bastante o desempenho da equipe brasileira e do filho na competição internacional. Os conterrâneos colinenses também sentiram muito orgulho do cavaleiro, que começou a praticar o esporte em Colina quando ainda era criança. O futuro ainda reserva muitas medalhas para “Cacá” que tem talento e determinação de sobra. E que venham as Olimpíadas de Tóquio!

Os cavaleiros Rafael Losano, “Cacá” Parro e Marcelo Tosi conquistaram a prata no CCE e garantiram a vaga para as Olimpíadas de Tóquio 2.020. CBH Luis Ruas


Postado em 10/08/2019
Por: A Redação
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